REVISÃO GERAL DO SISTEMA ─ VAMOS INAUGURAR O FÓRUM!!!

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Alonik

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1- INTRODUÇÃO DO SISTEMA
A maioria de vocês está totalmente familiarizada com a perspectiva da VSBattles de conectar potência com dimensionalidade e definir os níveis a partir disso (Low Complex Multiversal, Hyperversal, etc), e vão estranhar os perfis da Liber JUSTAMENTE porque lá nós sempre fizemos ─ desde a origem da wiki ─ o exato oposto: dimensionalidade e PD são colocados separadamente, com justificativas separadas (bem como o Status Existencial, que trata da natureza de interação do ser, seja ela abstrata, concreta, energética, etc). Vocês podem ver isso explicitamente a partir do perfil (não revisado) da Beatrice de "Umineko no Naku Koro Ni", onde ATAQUE, DIMENSIONALIDADE e STATUS EXISTENCIAL não existem como sendo definidos com as mesmas justificativas, já que a expansão da potência de um personagem não necessariamente acompanha a natureza do ser dele e esse sempre foi um problema (na nossa opinião) recorrente na análise da VSB que buscamos deixar fora da estrutura dos perfis. Por isso, não é como se nós não tivéssemos um "High 1-B" na wiki, o que acontece é apenas que nós separamos a potência da dimensionalidade e status existencial para que as justificativas fiquem divididas de forma mais organizada, por isso um H1-B seria apenas um ser com PD geralmente Infinito e dimensionalidade ID, mesma coisa. Fiquem com uma breve visualização do que falo:
Eu quero corrigir algumas coisas aqui por que eu sou o membro mais antigo da vsbattles entre os novos (Peeh, você, entre outros). Essa parte da resposta é justamente pra parte do seu texto que está grifado, porque história da wiki é algo importante de se dizer.

Bom, primeiramente Yuri, é que na verdade o sistema já classificou dimensionalidade na seção de Poder Destrutivo, aqui tá o link dessa época (antes mesmo de eu entrar): Aqui nessa edição foi a ultima vez que tivemos a tier categorizadas por dimensionalidade. Eu admito, eu não lembro coerentemente por que foi dividido na época, mas o que eu lembro é que a VSBATTLES fazia uma coisa diferente da vsbattles, lá no sistema de tier deles, nessa época você precisa ter DIMENSIONALIDADE, e não DESTRUIR, talvez tenha sido por isso que foi separado aqui na liberproeliis, qualquer membro antigo se possível me corrija se eu estiver errado nesse quesito da divisão. Já aqui nessa próxima edição, da reformulação do sistema de tier foi quando começou a noção de não ter "destruição dimensional" no sistema. O ponto é, já teve destruição dimensional no sistema de tier.

Agora, é isso que me incomoda, em relação a segunda parte grifada, porque você tá se remetendo que a wiki atualmente funciona igual ao antigo sistema de tier da vsbattles da mesma época. E uma das coisas que teve problema aqui, é que a dimensionalidade não equivale ao potêncial de algo naquela dimensão. Pode ter sido só impressão, mas de qualquer forma, o que eu entendi que a wiki fazia não era "pra ser '''''high 1-B''' seria alguém com poder infinito e dimensionalidade ID", mas sim um ser pode ser 3D em dimensionalidade, mas seu poder destrutivo pode ser classificado como de exemplo:
Infinito (52D: Pode destruir um multiverso infinito com 52 dimensões superior)
Pelo menos foi o que eu fazia na época que eu tava aqui, e que muitos faziam também. De qualquer forma, eu queria que isso fosse expressado no sistema e não no perfil caso todos concordem, pois no perfil pode ser mantido pra questão de detalhe. Mas o wiki precisa de organização, existe uma diferença clara entre por exemplo essa classe da Elaine Belloc pra do Aatrox.

É claro, é só um aspecto quando forem fazer batalhas mortais, mas as vezes esse aspecto conta, e pra muitos leitores da wiki é confuso, ver todos os personagens na mesma categoria, quando nós mesmo colocamos uma diferença entre eles que é expressa na própria potência de ataque deles.
  1. Atualizamos a definição geral, de potência física definida como trabalho para a generalização na visão de Aristóteles sobre potencialidade e atualidade, o que envolveria tranquilamente tudo até o tier Ômega enquanto ato puro e pleno, com a gradação sendo feita por diversos meios (dimensionalidade, status existencial, hierarquização do Transcendente, etc).
  2. Como foi proposto pelo Alonik, podemos utilizar o conceito de esferas celestes de Aristóteles e outros trabalhos do mesmo para complementar os "gaps" na mensuração de interações não-físicas e definir outros estados de interação do ente.
  3. Precisaríamos debater ainda um parâmetro mais objetivo para possibilitar a comparação entre essas interações com a interação física convencional.
Opa, acho que me entendeu errado, eu não concordo em usar o sistema de esfera celestiais do Aristoteles, por que isso limita o sistema a menor que universal. O que eu falei foi sobre usar a ideia dele sobre potência, para Irrestrito, porque potência não é um termo que existe só na física, e essa seria a mensuração do "trabalho" do ser que transcende todas as constantes do universo. No caso, apenas o silogismo dele entre a ontologia do ser perante o universo, um silogismo que é reutilizado por Aquino e depois pelo Cantor.


4- OUTROS ATRIBUTOS NOS PERFIS
Aqui é bem fácil:
  • Mantemos a separação dos tópicos (e cruzamos o Sistema da forma que for definida a seguir), mas colocamos o Status Existencial como algo para as variações da natureza de seres que estão dentro das possibilidades do Universo enquanto totalidade e limitados ao nível de interação prévio ao Transcendente.
  • Personagens Transcendentes dispensariam a necessidade do Status Existencial definido no perfil, ao meu ver a justificativa a partir daí deveria ser feita de forma síncrona à justificativa de potência, podendo ser mais explorada até mesmo no tópico de dimensionalidade, mas só.
  • De resto, para casos de categorias cruzadas, como um personagem que é concreto mas pode afetar abstratos (e vice-versa) ou um personagem limitado dimensionalmente que pode afetar estruturas ou seres com eixos superiores, é só definir que isso é algo específico de hax ou algum outro meio, mas não a natureza intrínseca ao personagem em questão.
Na minha humildade opinião, pra mim pode manter todos os status existênciais, apenas corta a parte que não implica "ser algo", que no caso implica "fazer algo". Por exemplo:

Transcendente

Quando analisamos todas as definições e relações de atributos dentro daquilo que se interpreta como Universo, chegamos em um elemento comum: todas as grandezas utilizadas como parâmetro são quantificações definidas pelas ciências da natureza e forças fundamentais, logo são fruto de referenciais consistentemente estabelecidos. A definição atribuída ao "Transcendente", por outro lado, seja esse um ser ou algum outro elemento definível, seria descrita como uma complexidade cuja existência não pode ser mensurada pelas grandezas anteriormente citadas e suas generalizações e sub-produtos. De maneira geral, essa atribuição é dada a personagens e elementos que não só independem, mas também transcendem todas as definições de propriedades do Universo enquanto constantes definidas e universalizadas. Ademais, aqui estão incluídas:

  • Forças Fundamentais (gravidade, eletromagnetismo e forças nucleares)
  • Matéria (de todos os tipos: bariônica, escura, etc)
  • Ondas e formas de energia (radiação, som, gravidade, eletromagnetismo, energia escura, etc.)
  • Espaço-temporalidade (toda e qualquer extensão interna às noções de espaço e tempo, vide eixos espaciais superiores e limitações na noção de quantificação temporal)
De maneira resumida, a classificação "Transcendente" é dada àquilo cuja ontologia independe de (e transcende) tudo aquilo que forma o Universo enquanto totalidade autossuficiente, incluindo todas as forças fundamentais, manifestações energéticas gerais e concepções de espaço-temporalidade teorizáveis.

PS: O "estado de transcendência" descrito acima, no entanto, apesar de ser uma natureza com alto nível de restrições e complexidades, não necessariamente é definida como o "topo da cadeia" dos níveis existenciais, pelo contrário: entre a "base" que pode ser definida como a descrição padrão do Transcendente e o topo (que é teorizado como o nível máximo concebível no âmbito fictício, nível esse descrito na categoria seguinte) existe um espaço para definições infinitamente complexo e potencial, ou seja, nada impede que um Transcendente seja objetivamente mais forte e mais complexo, e esses potenciais "graus" de interação superiores entre a definição base da transcendência e o topo da perfeição absoluta do ser são todos compreendidos dentro da classificação Transcendente. Isso não significa, no entanto, que toda e qualquer relação de "graus de inacessibilidade" e níveis existenciais transcendentais sobrepostos vão ter a mesma perspectiva de análise padronizada para os trabalhos aqui listados, mas que existe uma propriedade palpável para permitir uma análise comparativa entre dois trabalhos, que será definida de acordo com a complexidade da conceitualização em cada um, bem como pelas demonstrações práticas de tal.
Ai esse PS: é basicamente uma definição de potência do ser aristotélica, está equado como o ser como ser atualizado de forma inacessível pra um outro ser inferior. Isso é basicamente o que deveria estar no sistema hierarquico, é uma hierarquia. Diferente da parte de cima que apenas descreve as propriedades do ser, tipo: "O humano é feito de matéria", e não "um humano mais forte que outro é superior ao mais fraco".
 

Pee

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Eu já deixei muito clara minha posição sobre isso. A gente já conversou muito lá no chat e já falei tudo que pensava sobre esse assunto. Eu não vou entrar em aspectos técnicos, apenas sobre oque acho que se deve ser feito e o porquê.

Existem motivos claros do porque o Infinito nunca será aceito como o topo da hierarquia e isso por si só já exigiria mudanças. A existência do Irrestrito serve pra isso, mas de todo modo acaba criando buracos. Não faz sentido o Irrestrito ser a tier maior, porque o nível de potência é igual a anterior, então ele é um subproduto da categoria menor, deveria estar junto.

Outro ponto que faz a mudança ser necessária, acidentalmente criamos uma sub-hierarquia dentro do Status Existencial. A função do Status é objetiva, é sobre a natureza do ser vivo, ela não deveria ser uma apoiadora para as outras categorias e sim idependente. Esse deveria ser o seu papel, mas a verdade é que ela foi criada pelos motivos errados. Quando o Transcendente saiu do Sistema Hierarquico, a wiki teve uma crise muito grande porque mais da metade das pessoas não gostaram da alteração, o surgimento do Status Existencial foi para manter o Transcendente na wiki de alguma forma e isso é péssimo, o termo surgir para fechar buracos que não deveriam existir o torna sem alma. Porém, por sorte, o Status caiu no gosto da comunidade e as pessoas aceitaram tranquilamente. Por 1 ano e vários meses, o Status segurou a barra do Sistema Hierarquico e tirou dele o "protagonismo" das páginas, mas ainda havia um incomodo pessoal, a tier Infinita como A/1 ainda era um problema, e assim surgiu o Irrestrito.


Como seguimos hoje, eu acho que o Sistema por inteiro está sujeito a mudanças. Podemos discutir quanto tempo for, se não definirmos que o Sistema não se baseia unicamente em poder de destruição, o debate ficará concentrado e nada mudará.

Pee; Kuroyoshii.
 

Matheuz08

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Eu quero corrigir algumas coisas aqui por que eu sou o membro mais antigo da vsbattles entre os novos (Peeh, você, entre outros). Essa parte da resposta é justamente pra parte do seu texto que está grifado, porque história da wiki é algo importante de se dizer.

Bom, primeiramente Yuri, é que na verdade o sistema já classificou dimensionalidade na seção de Poder Destrutivo, aqui tá o link dessa época (antes mesmo de eu entrar): Aqui nessa edição foi a ultima vez que tivemos a tier categorizadas por dimensionalidade. Eu admito, eu não lembro coerentemente por que foi dividido na época, mas o que eu lembro é que a VSBATTLES fazia uma coisa diferente da vsbattles, lá no sistema de tier deles, nessa época você precisa ter DIMENSIONALIDADE, e não DESTRUIR, talvez tenha sido por isso que foi separado aqui na liberproeliis, qualquer membro antigo se possível me corrija se eu estiver errado nesse quesito da divisão. Já aqui nessa próxima edição, da reformulação do sistema de tier foi quando começou a noção de não ter "destruição dimensional" no sistema. O ponto é, já teve destruição dimensional no sistema de tier.

Então, se não me engano, isso foi antes do Kevyn brigar com o pessoal da VSBattles e decidir reelaborar o sistema, a wiki estava em um estado de protótipo mesmo. O fato é que desde 2018 (salvo engano) até hoje nós temos o sistema como algo completamente desvencilhado de gradação por nível de interação espacial, virou meio que um sinônimo da wiki, e por isso o Sistema ficou nesse estado meio descartado.

Agora, é isso que me incomoda, em relação a segunda parte grifada, porque você tá se remetendo que a wiki atualmente funciona igual ao antigo sistema de tier da vsbattles da mesma época. E uma das coisas que teve problema aqui, é que a dimensionalidade não equivale ao potêncial de algo naquela dimensão. Pode ter sido só impressão, mas de qualquer forma, o que eu entendi que a wiki fazia não era "pra ser '''''high 1-B''' seria alguém com poder infinito e dimensionalidade ID", mas sim um ser pode ser 3D em dimensionalidade, mas seu poder destrutivo pode ser classificado como de exemplo:

Pelo menos foi o que eu fazia na época que eu tava aqui, e que muitos faziam também. De qualquer forma, eu queria que isso fosse expressado no sistema e não no perfil caso todos concordem, pois no perfil pode ser mantido pra questão de detalhe. Mas o wiki precisa de organização, existe uma diferença clara entre por exemplo essa classe da Elaine Belloc pra do Aatrox.

Aqui recorta a parte do que você destacou no meu texto, mas resumidamente eu não discordo, na verdade acho que isso só pontua mais a necessidade de separação entre sistema e dimensionalidade como atributo da natureza do ser:

Um ser de dimensionalidade N necessariamente tem esse nível N como capacidade de interação de maneira natural, mas esse mesmo ser N não necessariamente SE LIMITA a esse nível de interação, seja via hax, equipamentos e etc. Logo, acredito que compreendemos e concluímos a necessidade de especificação sobre natureza dimensional separadamente do ser e da potência do ser.

Quanto ao argumentado sobre organização da wiki, concordo.

Na minha humildade opinião, pra mim pode manter todos os status existênciais, apenas corta a parte que não implica "ser algo", que no caso implica "fazer algo". Por exemplo:

Concordo, mas essa parte será cortada automaticamente assim que o Sistema for revisado. Vou elaborar a seguir:

Ai esse PS: é basicamente uma definição de potência do ser aristotélica, está equado como o ser como ser atualizado de forma inacessível pra um outro ser inferior. Isso é basicamente o que deveria estar no sistema hierarquico, é uma hierarquia. Diferente da parte de cima que apenas descreve as propriedades do ser, tipo: "O humano é feito de matéria", e não "um humano mais forte que outro é superior ao mais fraco".

O motivo pelo qual está aí é EXATAMENTE pra ser uma hierarquização mesmo. Pelo fato de o sistema estar englobando apenas potência destrutiva no momento, eu não pude alocar o que foi concluído nele, então fui obrigado a jogar pra dentro da página de Status. Esse é, na verdade, apenas outro ponto que justifica a necessidade da reelaboração.
 

Matheuz08

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Eu já deixei muito clara minha posição sobre isso. A gente já conversou muito lá no chat e já falei tudo que pensava sobre esse assunto. Eu não vou entrar em aspectos técnicos, apenas sobre oque acho que se deve ser feito e o porquê.

Existem motivos claros do porque o Infinito nunca será aceito como o topo da hierarquia e isso por si só já exigiria mudanças. A existência do Irrestrito serve pra isso, mas de todo modo acaba criando buracos. Não faz sentido o Irrestrito ser a tier maior, porque o nível de potência é igual a anterior, então ele é um subproduto da categoria menor, deveria estar junto.

Outro ponto que faz a mudança ser necessária, acidentalmente criamos uma sub-hierarquia dentro do Status Existencial. A função do Status é objetiva, é sobre a natureza do ser vivo, ela não deveria ser uma apoiadora para as outras categorias e sim idependente. Esse deveria ser o seu papel, mas a verdade é que ela foi criada pelos motivos errados. Quando o Transcendente saiu do Sistema Hierarquico, a wiki teve uma crise muito grande porque mais da metade das pessoas não gostaram da alteração, o surgimento do Status Existencial foi para manter o Transcendente na wiki de alguma forma e isso é péssimo, o termo surgir para fechar buracos que não deveriam existir o torna sem alma. Porém, por sorte, o Status caiu no gosto da comunidade e as pessoas aceitaram tranquilamente. Por 1 ano e vários meses, o Status segurou a barra do Sistema Hierarquico e tirou dele o "protagonismo" das páginas, mas ainda havia um incomodo pessoal, a tier Infinita como A/1 ainda era um problema, e assim surgiu o Irrestrito.


Como seguimos hoje, eu acho que o Sistema por inteiro está sujeito a mudanças. Podemos discutir quanto tempo for, se não definirmos que o Sistema não se baseia unicamente em poder de destruição, o debate ficará concentrado e nada mudará.

Pee; Kuroyoshii.

Bem pontual, concordo com tudo.
 

Kevyn S. de Andrade

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Vamos lá, eu vou pontuar algumas coisas:

Sobre nunca ter feito sentido basear o sistema inteiro apenas em poder destrutivo físico, eu concordo, dependendo do que você está chamando de "sistema". O problema não é esse. O problema é que o que a gente tá chamando de "sistema", desde o começo, era na verdade "Potência de Ataque". Simplesmente usar "sistema" pra chamar isso é nome errado, "Potência de Ataque" é o nome correto. E, em se tratando de potência de ataque, sempre fez todo o sentido.

O que deveríamos estar chamando de "Sistema" são todas as páginas relativas a propriedades classificativas dos personagens. Ou seja, considerando o fato de que todas essas páginas que você mesmo citou listam coisas que não são físicas, então o nosso sistema JÁ ABARCA essas características. E nesse sentido, seria mais fácil melhorar a forma como descrevemos essas características do que simplesmente colocar dentro de uma propriedade que já é física desde a proposta (a potência de ataque) algo que simplesmente não é físico. Isso é fingir que os outros atributos que já estão no perfil não estão dizendo nada, quando estão. A proposta de potência de ataque é precisamente dizer o que aquele personagem consegue destruir no mundo físico.

Eu proponho, ao invés disso, renomear o atributo, e criar uma hierarquia separada para coisas que não estão em escala física, pra não juntar propriedades diferentes na mesma categoria. Se você sai do físico, você sai daquela hierarquia, e entra numa hierarquia diferente que vai ser o tier do personagem. O infinito permanece sendo o topo da hierarquia física (e eu proporia que ele se tornasse o A/1), e outra hierarquia existe pra classificar quem está fora dela (Por exemplo, suponha que chamamos algo de Lambda/XII como a nova hierarquia, usar letras gregas e algarismos romanos ao invés de letras latinas e algarismos indo-arábicos).

E eu consigo dar um exemplo do porquê isso é necessário: Imagine uma cosmologia cheia de personagens que estão fora do que a gente pode considerar como "físico", e a obra os coloca de tal forma que eles sequer têm qualquer interação com o que chamamos de mundo físico. Suponha que sequer existe o conceito de mundo físico nessa obra e, por consequência, o potencial destrutivo (físico) deles é zero, esse conceito sequer faz sentido pra eles porque eles são incapazes de interagir com algo que remotamente lembre um "mundo físico". Porém, há, dentre eles, personagens que possuem propriedades que os classifiquem como transcendentes. Ou seja, no status de existência deles, eles são transcendentes, e eles têm poder dentro daquela camada da existência, apesar de não terem poder algum no mundo físico de forma direta. Faz sentido dizermos que estão "acima", ou "abaixo" do mundo físico que pra eles sequer é um conceito?

A modularidade é um atributo muito importante do sistema da LP. E se conseguirmos criar outro atributo que consegue descrever o potencial destrutivo de seres não-físicos em sua própria categoria, seria mais vantajoso.

E não deixaríamos explicitamente definido qual hierarquia está acima de qual outra (ou seja, não necessariamente a hierarquia não-física estaria acima da hierarquia física, mesmo porque, é plenamente defensável que o físico tenha prioridade ontológica sobre o não-físico e a obra tem direito de colocar essa tese como sendo a central, como ocorreria se ela seguisse uma filosofia da mente baseada num dualismo de propriedade ou algum outro tipo de pluralismo ontológico doidão).

Eu concordo que não classificar os outros tipos de existência que não a física é um problema, mas não acho que deixar tudo em uma escala linear onde nós arbitrariamente definimos qual status existencial está acima ou abaixo seja a melhor solução. Temos que deixar a obra dizer o que está acima e o que está abaixo, apenas classificar. Ou seja, várias escalas, independentes, cada um classificando uma categoria ontológica.

Se a pergunta for "O que esse desgraçado consegue destruir no mundo físico?", o atributo "Poder destrutivo físico" poderia responder que ele destrói algo de tamanho infinito. E se a pergunta for "E no mundo transcendente?", daí a gente responde que ele destrói, sei lá, "um mundo das ideias patafísico" (?) ou seja lá que raio a gente chamar. Porque ambos os atributos estarão na página dele, uma vez que ele já esteja pra além do mundo físico.

Quanto ao argumento do Peeh, de que o infinito nunca vai ser aceito como topo da hierarquia, podemos dizer que não. Mas se nós dissermos que ele é o topo da hierarquia de poder FÍSICO e que só é possível estar em outra categoria se você estiver além do físico (que te jogaria em outra hierarquia que também vai entrar no sistema), fica mais fácil de aceitar ele como sendo o topo, porque ele é o topo de uma hierarquia específica, e não o topo de quaisquer hierarquias.
 
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Kevyn S. de Andrade

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Quanto a todas as outras propostas, vou só observar. Não achei nada inerentemente absurdo, só queria dar uma proposta diferente pra resolver a questão do "Não estamos classificando nada no sistema que não seja físico".

Eu acho essa solução melhor, e inclusive, mais fácil de implementar do que adicionar mais uma hierarquia conectada com a atual. E com "fácil de implementar", eu me refiro no sentido computacional da coisa, porque o atributo que existe hoje permaneceria inalterado (a menos de um nome que viraria "Poder Físico"), e a página ganharia mais um atributo extra, que é mais fácil do que sair editando tudo e modificando o que já existe.
 

Kevyn S. de Andrade

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@Alonik quanto ao que você disse sobre já ter existido a dimensionalidade dentro da própria hierarquia, deixa eu esclarecer:

Sim, ela já existiu, mas na época que existia, ela já era radicalmente diferente da VSBW. Na VSBW, você estar em tal dimensão durante um período já te colocava como poderoso pra destruir universos. Na LP, mesmo na época que existia dimensionalidade como um "delta" no poder destrutivo, essa dimensionalidade não dizia o que você podia destruir, de forma tal que ela era completamente independente do poder destrutivo, enquanto na VSBW eles frequentemente se confundiam.

O motivo de termos separado posteriormente foram dois:
  • Se são propriedades diferentes, é mais organizado tratar como atributos diferentes;
  • É computacionalmente mais fácil lidar com eles sendo atributos diferentes (as edições automáticas ficavam mais simples de implementar).
Na classificação, isso não muda quase nada. O que os perfis anteriores diziam é parecido com o que os perfis dizem hoje, mas ficou melhor, no sentido de que antes apenas o poder destrutivo (por exemplo, "pode destruir um universo 16D") estava classificado, mas não qual era a natureza dimensional do próprio personagem. Agora, é possível dizer os dois, tanto o tamanho do espaço vetorial necessário para ele, quando o poder destrutivo (dimensional) dele, uma vez que ainda há a possibilidade de dizer "Infinito (56D".
 

haylle

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Boa noite amigos, finalmente nosso fórum está configurado e podemos sair daquele discuss sofrível do Fandom, e para começar logo cutucando a ferida esse tópico serve para que revisemos não só o sistema, mas todos os tópicos e categorias principais que precisam de reavaliação na wiki. Listarei os imediatos:


Sem que decidamos isso e outros temas, as threads e demais revisões vão ficar congeladas sem ter algo bem estabelecido pra editar nos perfis e criar conteúdo, então que comecemos com o complicado.
🥶
 

Pee

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Vamos lá, eu vou pontuar algumas coisas:

Sobre nunca ter feito sentido basear o sistema inteiro apenas em poder destrutivo físico, eu concordo, dependendo do que você está chamando de "sistema". O problema não é esse. O problema é que o que a gente tá chamando de "sistema", desde o começo, era na verdade "Potência de Ataque". Simplesmente usar "sistema" pra chamar isso é nome errado, "Potência de Ataque" é o nome correto. E, em se tratando de potência de ataque, sempre fez todo o sentido.

O que deveríamos estar chamando de "Sistema" são todas as páginas relativas a propriedades classificativas dos personagens. Ou seja, considerando o fato de que todas essas páginas que você mesmo citou listam coisas que não são físicas, então o nosso sistema JÁ ABARCA essas características. E nesse sentido, seria mais fácil melhorar a forma como descrevemos essas características do que simplesmente colocar dentro de uma propriedade que já é física desde a proposta (a potência de ataque) algo que simplesmente não é físico. Isso é simplesmente fingir que os outros atributos que já estão no perfil não estão dizendo nada, quando estão. A proposta de potência de ataque é precisamente dizer o que aquele personagem consegue destruir no mundo físico.

Eu proponho, ao invés disso, renomear o atributo, e criar uma hierarquia separada para coisas que não estão em escala física, pra não juntar propriedades diferentes na mesma categoria. Se você sai do físico, você sai daquela hierarquia, e entra numa hierarquia diferente que vai ser o tier do personagem. O infinito permanece sendo o topo da hierarquia física (e eu proporia que ele se tornasse o A/1), e outra hierarquia existe pra classificar quem está fora dela (Por exemplo, suponha que chamamos algo de Lambda/XII como a nova hierarquia, usar letras gregas e algarismos romanos ao invés de letras latinas e algarismos indo-arábicos).

E eu consigo dar um exemplo do porquê isso é necessário: Imagine uma cosmologia cheia de personagens que estão fora do que a gente pode considerar como "físico", e a obra os coloca de tal forma que eles sequer têm qualquer interação com o que chamamos de mundo físico. Suponha que sequer existe o conceito de mundo físico nessa obra e, por consequência, o potencial destrutivo (físico) deles é zero, esse conceito sequer faz sentido pra eles porque eles são incapazes de interagir com algo que remotamente lembre um "mundo físico". Porém, há, dentre eles, personagens que possuem propriedades que os classifiquem como transcendentes. Ou seja, no status de existência deles, eles são transcendentes, e eles têm poder dentro daquela camada da existência, apesar de não terem poder algum no mundo físico de forma direta. Faz sentido dizermos que estão "acima", ou "abaixo" do mundo físico que pra eles sequer é um conceito?

A modularidade é um atributo muito importante do sistema da LP. E se conseguirmos criar outro atributo que consegue descrever o potencial destrutivo de seres não-físicos em sua própria categoria, seria mais vantajoso.

E não deixaríamos explicitamente definido qual hierarquia está acima de qual outra (ou seja, não necessariamente a hierarquia não-física estaria acima da hierarquia física, mesmo porque, é plenamente defensável que o físico tenha prioridade ontológica sobre o não-físico e a obra tem direito de colocar essa tese como sendo a central, como ocorreria se ela seguisse uma filosofia da mente baseada num dualismo de propriedade ou algum outro tipo de pluralismo ontológico doidão).

Eu concordo que não classificar os outros tipos de existência que não a física é um problema, mas não acho que deixar tudo em uma escala linear onde nós arbitrariamente definimos qual status existencial está acima ou abaixo seja a melhor solução. Temos que deixar a obra dizer o que está acima e o que está abaixo, apenas classificar. Ou seja, várias escalas, independentes, cada um classificando uma categoria ontológica.

Se a pergunta for "O que esse desgraçado consegue destruir no mundo físico?", o atributo "Poder destrutivo físico" poderia responder que ele destrói algo de tamanho infinito. E se a pergunta for "E no mundo transcendente?", daí a gente responde que ele destrói, sei lá, "um mundo das ideias patafísico" (?) ou seja lá que raio a gente chamar. Porque ambos os atributos estarão na página dele, uma vez que ele já esteja pra além do mundo físico.

Quanto ao argumento do Peeh, de que o infinito nunca vai ser aceito como topo da hierarquia, podemos dizer que não. Mas se nós dissermos que ele é o topo da hierarquia de poder FÍSICO e que só é possível estar em outra categoria se você estiver além do físico (que te jogaria em outra hierarquia que também vai entrar no sistema), fica mais fácil de aceitar ele como sendo o topo, porque ele é o topo de uma hierarquia específica, e não o topo de quaisquer hierarquias.
Eu apontei a necessidade da criação de outra página. Podemos usar a atual pro Sistema mesmo, como será difinido os termos e como classificar e criar uma de Poder Destrutivo falando sobre energia, potência e outras valências.
 

Accelerated Evolution

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A LP ESTÁ RESSURGINDO E VOLTARÁ AO SEU ÁPICE NOVAMENTE!!!
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Piadas à parte, vou me abster de criar comentários gerais sobre a questão do sistema hierárquico devido a, pessoalmente, achar que outros membros da staff possuem mais conhecimento do tópico do que eu.

Gostaria, no entanto, de comentar que a proposta do Kevyn para o tópico sobre como classificamos personagens e objetos não físicos me parece a mais pertinente e adequada até o momento.
 

Random Bill Cipher tard

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Ou seja, ATÉ CHEGAR ao Transcendente o debate tem foco puramente organizacional, porque todos os conceitos já estão bem estabelecidos. O Alonik citou algo bem pontual sobre as definições atuais, que é a bagunça gigante que temos entre as categorias. A partir do momento que nossa página do sistema tem apenas um "Infinito" largado, não importa muito se dimensionalidade ou status existencial complementam NO PERFIL as justificativas, já que quando alguém entrar na CATEGORIA INFINITO vai se deparar com uma bagunça extremamente grande, onde temos um personagem Ômega como sei lá, Azathoth, jogado na mesma categoria que o Goku upado porque trocou socos com Bills e pegou uma chave Infinito 3D. Percebem como a organização está complicada e defasada? Eu não vejo como algo saudável pra didática da wiki deixar mesclado desse jeito, por isso, aqui eu não vou dar uma solução direta (diferente de todo o resto do texto, que tem foco de solucionar diretamente), e sim abrir mais dois tópicos específicos:
Desculpa se parecer meio idiota, mas por qual motivo dimensões superiores importam aqui? Digo isso por você especificar usando de base oq você havia falado sobre uma comparação entre um seres de nível infinito entre ômega e 3D infinito, oque atualmente venho me perguntando e ainda tem que ver mais a fundo sobre como funciona a hierarquização dos alephs, se um infinito inferior alcança o superior ou axioma de escolha em geral (na real nem sei se é realmente isso que você está sugerindo pois ainda tô lendo)

De qualquer forma, ainda gostaria de questionar, dimensionalidade não é sinônimo de nível e é algo que imagino que seja aceito visto que é separado Tier, dimensionalidade e a forma de existência de um personagem. Destruir uma dimensão superior não seria a mesma coisa que destruir uma terceira dimensão infinitas? Mesmo que obviamente a quarta dimensão seja mais ampla por ser infinita num eixo a mais do que a inferior na prática seria só infinito multiplicado por infinito onde o resultado é... Infinito, pensei que fosse o básico que infinito vezes infinito ainda seria o mesmo infinito ou tem algo não sei? Eu de verdade queria entender se a vs Battle faz isso para ""se adaptar a ficções"" ou se tem um motivo por trás
 

Kevyn S. de Andrade

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Desculpa se parecer meio idiota, mas por qual motivo dimensões superiores importam aqui? Digo isso por você especificar usando de base oq você havia falado sobre uma comparação entre um seres de nível infinito entre ômega e 3D infinito, oque atualmente venho me perguntando e ainda tem que ver mais a fundo sobre como funciona a hierarquização dos alephs, se um infinito inferior alcança o superior ou axioma de escolha em geral (na real nem sei se é realmente isso que você está sugerindo pois ainda tô lendo)

De qualquer forma, ainda gostaria de questionar, dimensionalidade não é sinônimo de nível e é algo que imagino que seja aceito visto que é separado Tier, dimensionalidade e a forma de existência de um personagem. Destruir uma dimensão superior não seria a mesma coisa que destruir uma terceira dimensão infinitas? Mesmo que obviamente a quarta dimensão seja mais ampla por ser infinita num eixo a mais do que a inferior na prática seria só infinito multiplicado por infinito onde o resultado é... Infinito, pensei que fosse o básico que infinito vezes infinito ainda seria o mesmo infinito ou tem algo não sei? Eu de verdade queria entender se a vs Battle faz isso para ""se adaptar a ficções"" ou se tem um motivo por trás
O motivo da VSBW fazer isso é porque ela é baseada em algumas ficções específicas pra construir o sistema deles. A gente na LP não faz isso.

Quando colocamos os atributos no personagem, é apenas uma descrição pura, sem juízo da magnitude. Se, pra obra, dimensionalidade não importar, e o infinito for igual independente de qual for a dimensão, trataremos assim para aquela obra. Se, para a obra, for diferente, então trataremos na obra como diferente. A ideia de tornar o sistema modular e separar esses atributos é o que permite essa flexibilidade, a gente tenta deixar a obra dizer como sua própria cosmologia funciona ao invés de criar o sistema baseado na cosmologia de uma obra específica e dizer que todas as outras tem que seguir a cosmologia dela.

Quanto a infinito vezes infinito ainda ser infinito, sim, você está certo. A cardinalidade de um espaço de x dimensões é a mesma de um espaço de x + 1, e você não "sobe de nível de transfinito" com uma merda operação de multiplicação de infinito por infinito. "Alephs" valem na teoria dos conjuntos, mas dimensões em espaços vetoriais não funcionam como um elevar a cardinalidade de um conjunto. Uma linha infinita, um plano infinito, um espaço infinito ou um hiperespaço infinito têm todos o mesmo número de pontos (aleph-1).

Em uma cosmologia que seguisse a álgebra linear à risca, o personagem de dimensão menor e maior não é necessariamente que o de dimensão menor vai ter "menos poder", mas que mesmo tendo poder equivalente, ele não vai ter acesso à dimensão mais alta pra que seja capaz de destruí-la. Por isso a dimensionalidade também faz parte do sistema, ela pode ser um limitador para as outras características que estão no perfil dependendo da cosmologia da obra.
 

Random Bill Cipher tard

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O motivo da VSBW fazer isso é porque ela é baseada em algumas ficções específicas pra construir o sistema deles. A gente na LP não faz isso.

Quando colocamos os atributos no personagem, é apenas uma descrição pura, sem juízo da magnitude. Se, pra obra, dimensionalidade não importar, e o infinito for igual independente de qual for a dimensão, trataremos assim para aquela obra. Se, para a obra, for diferente, então trataremos na obra como diferente. A ideia de tornar o sistema modular e separar esses atributos é o que permite essa flexibilidade, a gente tenta deixar a obra dizer como sua própria cosmologia funciona ao invés de criar o sistema baseado na cosmologia de uma obra específica e dizer que todas as outras tem que seguir a cosmologia dela.

Quanto a infinito vezes infinito ainda ser infinito, sim, você está certo. A cardinalidade de um espaço de x dimensões é a mesma de um espaço de x + 1, e você não "sobe de nível de transfinito" com uma merda operação de multiplicação de infinito por infinito. "Alephs" valem na teoria dos conjuntos, mas dimensões em espaços vetoriais não funcionam como um elevar a cardinalidade de um conjunto. Uma linha infinita, um plano infinito, um espaço infinito ou um hiperespaço infinito têm todos o mesmo número de pontos (aleph-1).

Em uma cosmologia que seguisse a álgebra linear à risca, o personagem de dimensão menor e maior não é necessariamente que o de dimensão menor vai ter "menos poder", mas que mesmo tendo poder equivalente, ele não vai ter acesso à dimensão mais alta pra que seja capaz de destruí-la. Por isso a dimensionalidade também faz parte do sistema, ela pode ser um limitador para as outras características que estão no perfil dependendo da cosmologia da obra.
Oh, então realmente era oq eu pensava sobre então, obrigado por responder e esclarecer pra mim. Mas então é melhor adicionar mais notas na página sobre hierarquia para facilitar a transição de uma wiki que querendo é a mais famosa (Vs Battle) para essa que funciona de forma diferente.

Seria melhor para não ser usados termos como "infinito 3D" já que estaríamos falando sobre alcance e não sobre níveis em si, falar pelo nível de infinito é muito mais exato e menos confuso, já que usar níveis dimensionais na descrição leva a ideia que funciona como o sistema da vsb
 

Kevyn S. de Andrade

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Oh, então realmente era oq eu pensava sobre então, obrigado por responder e esclarecer pra mim. Mas então é melhor adicionar mais notas na página sobre hierarquia para facilitar a transição de uma wiki que querendo é a mais famosa (Vs Battle) para essa que funciona de forma diferente.

Seria melhor para não ser usados termos como "infinito 3D" já que estaríamos falando sobre alcance e não sobre níveis em si, falar pelo nível de infinito é muito mais exato e menos confuso, já que usar níveis dimensionais na descrição leva a ideia que funciona como o sistema da vsb
Não sei tanto se é necessário fazer essas notas. Nós estamos nesse ramo há cerca de 10 anos e a própria VS Battles Wiki já fez várias mudanças no sistema deles baseadas no que nós fazemos aqui. Já é de conhecimento geral da maior parte da comunidade desses debates que o nosso sistema funcoina de forma diferente deles, e de todo modo não é tão difícil de esclarecer. Mas se o pessoal estiver de acordo, dá pra fazer sim.
 

Random Bill Cipher tard

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Não sei tanto se é necessário fazer essas notas. Nós estamos nesse ramo há cerca de 10 anos e a própria VS Battles Wiki já fez várias mudanças no sistema deles baseadas no que nós fazemos aqui. Já é de conhecimento geral da maior parte da comunidade desses debates que o nosso sistema funcoina de forma diferente deles, e de todo modo não é tão difícil de esclarecer. Mas se o pessoal estiver de acordo, dá pra fazer sim.
Entendo
 

Matheuz08

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Vamos lá, eu vou pontuar algumas coisas:

Sobre nunca ter feito sentido basear o sistema inteiro apenas em poder destrutivo físico, eu concordo, dependendo do que você está chamando de "sistema". O problema não é esse. O problema é que o que a gente tá chamando de "sistema", desde o começo, era na verdade "Potência de Ataque". Simplesmente usar "sistema" pra chamar isso é nome errado, "Potência de Ataque" é o nome correto. E, em se tratando de potência de ataque, sempre fez todo o sentido.

O que deveríamos estar chamando de "Sistema" são todas as páginas relativas a propriedades classificativas dos personagens. Ou seja, considerando o fato de que todas essas páginas que você mesmo citou listam coisas que não são físicas, então o nosso sistema JÁ ABARCA essas características. E nesse sentido, seria mais fácil melhorar a forma como descrevemos essas características do que simplesmente colocar dentro de uma propriedade que já é física desde a proposta (a potência de ataque) algo que simplesmente não é físico. Isso é simplesmente fingir que os outros atributos que já estão no perfil não estão dizendo nada, quando estão. A proposta de potência de ataque é precisamente dizer o que aquele personagem consegue destruir no mundo físico.

Eu proponho, ao invés disso, renomear o atributo, e criar uma hierarquia separada para coisas que não estão em escala física, pra não juntar propriedades diferentes na mesma categoria. Se você sai do físico, você sai daquela hierarquia, e entra numa hierarquia diferente que vai ser o tier do personagem. O infinito permanece sendo o topo da hierarquia física (e eu proporia que ele se tornasse o A/1), e outra hierarquia existe pra classificar quem está fora dela (Por exemplo, suponha que chamamos algo de Lambda/XII como a nova hierarquia, usar letras gregas e algarismos romanos ao invés de letras latinas e algarismos indo-arábicos).

Certo. Eu concordo e discordo de algumas partes, mas vou me ater ao que parece ser uma conclusão parcial entre nossos textos de início: para mim é satisfatório sim criar a hierarquia para coisas que lidam com elementos além-física e separar totalmente do escopo que a física rege (ou seja, para lidar com tudo que seja Transcendente e além, resumidamente), mas ao mesmo tempo eu considero bem problemático e contra-intuitivo criar uma página externa para isso (sinceramente, não entendi muito se foi isso que você sugeriu, mas vou deixar a minha opinião sobre logo), simplesmente porque o que é naturalmente sadio para a visibilidade da wiki é que o usuário, ao entrar numa só página, se depare com todo o conteúdo que a wiki tem a oferecer sobre aquele tópico geral, de maneira condensada e prática. Concordo que o verdadeiro sistema na verdade é o conjunto de atributos que existem no perfil (dimensionalidade, status existencial, ataque, defesa, velocidade e etc), pelo menos no sentido geral, e que separar a página "Potência de Ataque" para operações físicas e talvez mais incrementações (comentarei depois) é válido, mas ao meu ver a wiki tem que ter um "protagonismo" específico para um tópico que será popularizado como a sua referência sobre comparações, e a ideia da página do "Sistema Hierárquico" é justamente ser uma condensação do que vai definir a superioridade na relação entre os seres. Se isso vai ser definido mesclando potência e dimensionalidade é um tópico a parte que temos que concluir após as questões técnicas, mas resumidamente:

Se a página do Sistema Hierárquico não existe como uma condensação que vai dizer claramente qual é superior ao outro, é melhor que ela nem exista. Ou deleta ela e deixa tudo fragmentado no perfil, sem dizer claramente quem é superior a quem, ou usa o Sistema Hierárquico para ser um guia objetivo cercado dos complementos mais específicos (afinal, como disse, a quantidade e o nível de interação da potência de um ser não diz nada sobre o status ou a dimensionalidade de sua natureza própria, são elementos distintos), mas ambos ao mesmo tempo me parece completamente desnecessário e até prejudicial.

E eu consigo dar um exemplo do porquê isso é necessário: Imagine uma cosmologia cheia de personagens que estão fora do que a gente pode considerar como "físico", e a obra os coloca de tal forma que eles sequer têm qualquer interação com o que chamamos de mundo físico. Suponha que sequer existe o conceito de mundo físico nessa obra e, por consequência, o potencial destrutivo (físico) deles é zero, esse conceito sequer faz sentido pra eles porque eles são incapazes de interagir com algo que remotamente lembre um "mundo físico". Porém, há, dentre eles, personagens que possuem propriedades que os classifiquem como transcendentes. Ou seja, no status de existência deles, eles são transcendentes, e eles têm poder dentro daquela camada da existência, apesar de não terem poder algum no mundo físico de forma direta. Faz sentido dizermos que estão "acima", ou "abaixo" do mundo físico que pra eles sequer é um conceito?

A modularidade é um atributo muito importante do sistema da LP. E se conseguirmos criar outro atributo que consegue descrever o potencial destrutivo de seres não-físicos em sua própria categoria, seria mais vantajoso.

Então Kev, aqui eu acredito que entendi exatamente a motivação da sua relutância em juntar o Transcendente como algo diretamente superior ao resto do sistema definido pelo mundo físico (enquanto totalidade), e por isso tem uma coisa que eu preciso explicar antes de prosseguir: não existe NENHUMA possibilidade de um ser Transcendente ser incapaz de interagir com o mundo físico, porque a definição dele é que um ser Transcendente não apenas se abstrai, mas TAMBÉM sobrepõe diretamente o mesmo, é uma obrigatoriedade da classificação que o personagem seja explicitamente abordado como algo que é inafetado e diretamente... bom, transcendente a esses elementos físicos. Antigamente, eu até concordo que aquela definição sobre "independência ontológica" era um tanto ambígua quanto a essa relação de superioridade qualitativa direta e isso abria espaço para exatamente o que você está questionando, mas isso é algo que nós pontuamos desde o começo quando estávamos reelaborando a definição atual, inclusive eu especifiquei isso na página para evitar confusões:

"De maneira resumida, a classificação "Transcendente" é dada àquilo cuja ontologia independe de (e transcende) tudo aquilo que forma o Universo enquanto totalidade autossuficiente, incluindo todas as forças fundamentais, manifestações energéticas gerais e concepções de espaço-temporalidade teorizáveis."

Já o que você descreveu seria exatamente a definição atual de "Abstrato" no status existencial, onde se abstrair desse mundo físico não implica em uma relação de superioridade direta, e aí eu concordo pontualmente com o que você falou, sem tirar nem pôr. Aproveitando a deixa, é justamente por casos assim que a complementação da definição de Potência em Aristóteles no sistema não tem a intenção de substituir a definição física (que já serve pros status "concreto" e "energético"), mas sim de abarcar o complemento sem a necessidade de criar algo separado. Eu não sou objetivamente contra criar hierarquias separadas para os status restantes (no caso, "espiritual", "abstrato" e "digital"), mas a questão é que não existe uma forma objetiva de mensurar grandezas quando se trata de potência não-física, então eu pessoalmente nem tenho ideia de como faria pra criar uma ordenação de graus de potência para isso (que diferente da física, não pode ser diretamente comparada com quantidade de joules). Se alguém souber como poderíamos fazer para criar hierarquias específicas para esses status, eu agradeceria, mas caso contrário eu acredito que é bem razoável deixar a elaboração sobre quantidade de joules como o parâmetro mais objetivo e "comportar" essas definições paralelas ao redor.

E não deixaríamos explicitamente definido qual hierarquia está acima de qual outra (ou seja, não necessariamente a hierarquia não-física estaria acima da hierarquia física, mesmo porque, é plenamente defensável que o físico tenha prioridade ontológica sobre o não-físico e a obra tem direito de colocar essa tese como sendo a central, como ocorreria se ela seguisse uma filosofia da mente baseada num dualismo de propriedade ou algum outro tipo de pluralismo ontológico doidão).

Eu concordo que não classificar os outros tipos de existência que não a física é um problema, mas não acho que deixar tudo em uma escala linear onde nós arbitrariamente definimos qual status existencial está acima ou abaixo seja a melhor solução. Temos que deixar a obra dizer o que está acima e o que está abaixo, apenas classificar. Ou seja, várias escalas, independentes, cada um classificando uma categoria ontológica.

Acredito que essa parte tenha sido suficientemente explicada no tópico acima, mas apenas reforçando: a ideia não é que potências abstratas ou espirituais sejam superiores, elas seriam definições paralelas que seriam abarcadas na página de Potência como uma possibilidade que seria analisada caso a caso de acordo com aas obras, e aí nesse caso nós não precisaríamos nos preocupar com criar uma ordenação direta, mas ainda assim estaríamos englobando a possibilidade dessas interações alternativas, entende? O parâmetro objetivo que rege a potência de ataque ainda é a definição por quantidade de energia física, porque esse é o único meio objetivo que temos de mensurar as coisas imparcialmente, e é EXATAMENTE por isso que eu acredito que seria problemático criar hierarquias separadas ao invés de só compreender lateralmente essas definições analisadas de forma específica (vide exemplos como Digimon pro status digital, ou obras que usam de simulacros da realidade física em níveis espirituais como Bleach) ao invés de só complementar a página sobre Potência com uma definição geral que seria regida pelo parâmetro objetivo da física, mas complementada pela subjetividade do resto.

Se a pergunta for "O que esse desgraçado consegue destruir no mundo físico?", o atributo "Poder destrutivo físico" poderia responder que ele destrói algo de tamanho infinito. E se a pergunta for "E no mundo transcendente?", daí a gente responde que ele destrói, sei lá, "um mundo das ideias patafísico" (?) ou seja lá que raio a gente chamar. Porque ambos os atributos estarão na página dele, uma vez que ele já esteja pra além do mundo físico.

Quanto ao argumento do Peeh, de que o infinito nunca vai ser aceito como topo da hierarquia, podemos dizer que não. Mas se nós dissermos que ele é o topo da hierarquia de poder FÍSICO e que só é possível estar em outra categoria se você estiver além do físico (que te jogaria em outra hierarquia que também vai entrar no sistema), fica mais fácil de aceitar ele como sendo o topo, porque ele é o topo de uma hierarquia específica, e não o topo de quaisquer hierarquias.

Nesse caso, como expliquei, precisamos primeiro esclarecer que a interação do Transcendente é de superioridade direta, enquanto a dos outros estados de existência como o espiritual, abstrato ou digital seriam de possíveis concomitâncias com o concreto/energético. Tendo em vista isso, minha sugestão é:

Na página de potência, o Infinito pode ser tranquilamente o máximo, porque estamos falando de quantidade de potencial, e infinito é um valor absoluto (que, ao ser complementado pelas outras possíveis definições, seria inquestionável). O Transcendente seria um ser com potência infinita, concordo, e a sua elaboração sobre grau seria algo trabalhado justamente no tópico do >>Sistema Hierárquico<<, e aí eu bato na tecla novamente da necessidade de ter o Sistema como a elaboração da condensação do que define os atributos parciais no perfil.
 

Matheuz08

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Quanto a todas as outras propostas, vou só observar. Não achei nada inerentemente absurdo, só queria dar uma proposta diferente pra resolver a questão do "Não estamos classificando nada no sistema que não seja físico".

Eu acho essa solução melhor, e inclusive, mais fácil de implementar do que adicionar mais uma hierarquia conectada com a atual. E com "fácil de implementar", eu me refiro no sentido computacional da coisa, porque o atributo que existe hoje permaneceria inalterado (a menos de um nome que viraria "Poder Físico"), e a página ganharia mais um atributo extra, que é mais fácil do que sair editando tudo e modificando o que já existe.

Considerando a explicação acima, acredito que é de bom tom afirmar que ela é ainda mais fácil de implementar que a divisão de hierarquias, porque na verdade nós nem precisariamos mudar nenhum perfil, já que a página permaneceria e só seria complementada por definições paralelas de potência.
 

Matheuz08

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Desculpa se parecer meio idiota, mas por qual motivo dimensões superiores importam aqui? Digo isso por você especificar usando de base oq você havia falado sobre uma comparação entre um seres de nível infinito entre ômega e 3D infinito, oque atualmente venho me perguntando e ainda tem que ver mais a fundo sobre como funciona a hierarquização dos alephs, se um infinito inferior alcança o superior ou axioma de escolha em geral (na real nem sei se é realmente isso que você está sugerindo pois ainda tô lendo)

De qualquer forma, ainda gostaria de questionar, dimensionalidade não é sinônimo de nível e é algo que imagino que seja aceito visto que é separado Tier, dimensionalidade e a forma de existência de um personagem. Destruir uma dimensão superior não seria a mesma coisa que destruir uma terceira dimensão infinitas? Mesmo que obviamente a quarta dimensão seja mais ampla por ser infinita num eixo a mais do que a inferior na prática seria só infinito multiplicado por infinito onde o resultado é... Infinito, pensei que fosse o básico que infinito vezes infinito ainda seria o mesmo infinito ou tem algo não sei? Eu de verdade queria entender se a vs Battle faz isso para ""se adaptar a ficções"" ou se tem um motivo por trás

Exato, dimensionalidade não é sinônimo de tier, porém é um sinônimo de superioridade. Um personagem 4D é obrigatoriamente uma existência superior à um 3D, apesar de isso não dizer NADA sobre potência. Exatamente por isso, a ideia é que o Sistema Hierárquico passe a ser algo que determina superioridade direta entre os personagens e a página de Potência algo intocado por caráter dimensional onde falamos só de quantidade bruta e numeração (que não é definida por quem tem mais eixos que quem).

Se não quiserem determinar superioridade direta entre X e Y, é melhor apagar a página do Sistema e deixar apenas os atributos parciais no perfil, mas o único motivo válido pelo qual ele existe é para isso, não tem outro.

PS: Longe de ter parecido "meio idiota", o espaço é para esclarecimentos também, se sinta a vontade pra tirar qualquer dúvida.
 

Random Bill Cipher tard

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Exato, dimensionalidade não é sinônimo de tier, porém é um sinônimo de superioridade. Um personagem 4D é obrigatoriamente uma existência superior à um 3D, apesar de isso não dizer NADA sobre potência. Exatamente por isso, a ideia é que o Sistema Hierárquico passe a ser algo que determina superioridade direta entre os personagens e a página de Potência algo intocado por caráter dimensional onde falamos só de quantidade bruta e numeração (que não é definida por quem tem mais eixos que quem).

Se não quiserem determinar superioridade direta entre X e Y, é melhor apagar a página do Sistema e deixar apenas os atributos parciais no perfil, mas o único motivo válido pelo qual ele existe é para isso, não tem outro.

PS: Longe de ter parecido "meio idiota", o espaço é para esclarecimentos também, se sinta a vontade pra tirar qualquer dúvida.
Sim eu tenho noção que dimensionalidade significa superioridade (não em potência de ataque) por possuir eixos acima do inferior, meu questionamento foi porque eu tava vendo o sistema dessa Wiki onde não usam dimensões como parâmetro e fui atrás de revaliar o sistema da vsb focando mais nisso.

Absolutamente um sistema de tier que se baseia em dimensões superiores só deixa cross mais entediante (e menos precisa) e várias partidas simplesmente impossíveis, pois um é "infinitamente superior pois afetou algo que é de dimensionalidade superior".

Seria melhor para não ser usados termos como "infinito 3D" já que estaríamos falando sobre alcance e não sobre níveis em si, falar pelo nível de infinito é muito mais exato e menos confuso, já que usar níveis dimensionais na descrição leva a ideia que funciona como o sistema da vsb
Aqui exibe melhor minha opinião, só achei confuso você usar "infinitos 3D" para comparar Goku ao Azezoth (não sei escrever o nome desse bixo), pois parece se aproximar mais a como a vs battle vê seu sistema de tier do que um ser Tridimensional com potência infinita ou algo do tipo.

Talvez seja melhor uma forma de se saber onde exatamente o personagem se escala em um nível do infinito, mas ao mesmo tempo seria bom ter cuidado ao implementar isso ao sistema, personagens que sejam nitidamente acima do infinito e de seu verso ser colocado como um nível de infinito acima como Aleph 2 se o verso não demonstra trabalhar com teoria dos conjuntos

Imaginando que eventualmente estruturas além da dimensionalidade eventualmente serão citadas, por exemplo, seria como dizer que uma cosmologia não poderia possuir essas características por não ter uma hierarquia dimensional infinita, mas se for esse o problema (além do fato que o autor não precisa de uma hierarquia infinita para trabalhar com estruturas assim), que personagens poderiam chegar esse nível? Aí então acho que tudo se tornaria parecido com a vs Battle antes da revisão do ultima

Obs: isso é oq tô entendendo do tópico até agora e talvez eu tenha esquecido aqui e ali da discussão e acabar achando que o tópico é outro, se estiver errado me corrigem
 
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